sábado, 27 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Os fantasmas que me assombram
É complicada essa vida, creio que o que Adão e Eva fizeram foi com certeza muito grave, pois não consigo imaginar um ser humano que não viva com fantasmas ao seu redor. Essa terra nunca será um paraíso. Pois quando não temos com o que nos preocupar inventamos algo na mesma hora! Que porra, quero afastar todos os fantasmas que me rodeiam, mas não consigo, eles são mais fortes que o meu corpo, eles vem e me assombram, e não param. Penso e logo existo, e percebo que só terei paz com a morte, e isso se existir vida após a morte, creio que exista, mas não temos certeza nem disso. Penso assim, que merda, sofremos com fantasmas imaginários e não teremos paz nem na morte? Ai sim será muito complicado.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Sinto-me!
Sinto-me como não vivesse mais nesse mundo
Sinto-me como não existisse nada ao meu redorSinto-me como não ouvisse mais nada
Sinto-me como meus pés não tocassem o chão
Sinto-me a vida passando tão lentamente longe de você
Sinto-me o gosto da Victoria quando toca os meus lábios
Sinto, sinto, sinto Vitória!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Salve Chico!
É complicado falar das pessoas, e é mais complicado ainda falar de gênios, ainda mais de um gênio chamado Francisco Buarque de Hollanda. Poucos transitam como você tão facilmente e sutilmente entre a literatura e a música. Suas músicas têm um lado feminino tão belo, que me surpreendo cada vez que as escuto, sempre descubro algo novo. Depois de Chico sinto-me como uma pessoa muito melhor do que antes, no meu corpo só transita suas palavras, vivo, penso e durmo Chico, e só posso agradecer ao meu pai, por ter me criado ouvindo belas músicas não só suas, mas de todos os verdadeiros e grandes músicos brasileiros. Que fazem tanta falta hoje em dia, com tantos “músicos” compondo músicas sem sentido algum.
Por isso agradeço a ti Chico, e a todos da Bossa Nova e Tropicália, por toda essa cultura que vocês de maneira tão genial conseguiram “adentrar” no meu corpo.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Minha nada mole vida.
Quando nasci, Deus me disse desce lá e arrasa. Mas o problema foi que comecei a ser arrasado, com as “brincadeiras da vida”, e ao mesmo tempo em que ela me arrasava, eu levantava e gritava, venha, mas venha, com tudo, porque eu estou vestido e armado com toda força que há dentro do meu corpo. E a safada da vida continuou com força total, e quanto mais ela vinha mais eu berrava, venha. E hoje o que será hoje de mim? Penso, reflito, e continuo com mais força do que meu passado recente, assim busco a cada amanhecer me elevar até onde eu puder, na minha corrente, corpo-mente-coração-pulmão.
16 de março de 1990.
Nasci no Hospital sagrada família em Salvador Bahia exatamente às 20h35min. Nasci forte, com uma cabeça, que sinceramente não sei como minha querida mãe conseguiu ter um parto normal. Mas bom, a vida nem sempre foi boa, contudo sempre foi alegre, penso assim desde que me entendo por gente. Quando sair do hospital, ficaram todos felizes e preocupados ao mesmo tempo, perguntando-se, o que será desse menino agora? O que faremos para não fazê-lo sofrer? É fizeram o que puderam e o que não puderam, mas sofri. O sofrimento é normal na vida do ser humano, o anormal é não sofrer. Isso sim é difícil, até Bill Gates deve sofrer meu velho! Mesmo com aquela poupança recheada de dólares, ai quantos dólares, que nem sei o valor, mas não me interessa, porque dificilmente terei um valor que ele terá. Ainda mais em um país como o nosso, que a mídia e os “santificados” políticos falam Brasil o País do futuro. Com o discurso mais hipócrita atualmente, Yes, nós somos potência, mas de que? Tráfico? Prostituição infantil? Homicídios? Não, podemos até ser potência no futebol, mesmo com o momento delicado do nosso futebol.
Bom voltando a minha vida, que nem sempre foram flores, foram muito mais espinhos do que flores, porém sempre tirei algo positivo dos espinhos, porque sempre quando me furava alguém aparecia e cuidava do meu ferimento. Hoje me vejo como um vencedor, e batalho a cada dia para realizar os meus sonhos. Já consegui penso eu, realizar um terço deles. E lutarei para alcançá-los o mais rápido possível. Pois tenho dois braços, duas pernas, e saúde e disposição para isso, por isso amigo, não espere que as coisas caiam do céu não! Meu irmão esqueça o bolsa família, o vale leite, ou lingüiça, sei lá mais que diabo existem, esqueça esses políticos sujos que vegetam na vida, sugando todo o nosso sangue, e que inventam programas sociais, para roubarem o nosso tão suado dinheiro, pois se vocês meus caros leitores não sabem, onde tem mais desvios de verbas são desses programas sociais, juntamente com a área educativa e da saúde pública. Por isso vamos trabalhar, e vamos ser honestos com todas as pessoas possíveis, porque o que é do homem (a honra), o político não come!
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Mulheres

O homem, ele é o cara, mas que cara? O cara sempre forte, respeitador, maleável, amoroso, esse é o homem, mas quando tivemos esse tipo de homem? Os estereótipos dos homens não são assim não, porém existem os casos raros, vejo os homens da contemporaneidade e da antiguidade do mesmo modo, só mudam o momento, com isso será que podemos chamá-los de HOMENS? Não, creio que não, podemos chamá-los de “moleques”. Assim percebo-o em mais uma de minhas diversas análises sobre a vida, que Homens de verdades são raros, pois se não sabem quando praticam atos machistas, quando abusam de suas esposas, namoradas, filhas, sobrinha e etc. são moleques!
Assim devemos respeitar as mulheres no modo geral, eu respeito e muito as mulheres, por ter sobrinha, mãe, avó, irmã e primas, a convivência com todas elas, me fizeram tentar ser o homem diferenciado, tenho coisas de homens bem predominantes dentro de mim, porém o respeito pelas mulheres e suas inquietudes ferver dentro do meu corpo, por isso agradeço a todas as mulheres do mundo, independentemente da sua classe social, etnia, profissão e religião.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Viva a leitura!
Durante o processo de leitura, procuro seguir um trajeto "solidário", comigo e com os leitores em geral. Adotar uma postura investigativa durante o "ler" faz com que eu tenha maior contato com as coisas do mundo, eu consigo perceber com maior clareza o que acontece no meio social. Além disso, observo o sentido, a forma das palavras que estão nas entrelinhas do texto, visualizando assim a interação palavra-texto.
Pude perceber que a leitura é uma atividade mediadora do conhecimento por mim aprofundado e o conhecimento do mundo técnico, a leitura para mim passou a ser filtragem do meu conhecimento, sendo esse conhecimento partindo de textos complexos aos mais simples. Além disso, a leitura exercita outras partes, como a imaginação, o enriquecimento do meu vocabulário, preenchendo outros espaços mentais que são esquecidos com o acarretamento de informações por nós adquiridos no mundo atual. Com isso quero dizer que a leitura não é só para ser vista como meio de informação experencial, e nem sendo como um exercício cabal como acreditam outros, pelo contrário, eu entendo que a leitura é um meio para o conhecimento da linguagem e da cultura de cada pessoa, por isso a leitura muda o mundo tornando-o mais compreensivo e mais rico, com isso gera uma civilização melhor na sociedade moderna.
Sinto assim que a leitura não é só um processo de conhecimento, quando nós lemos e gostamos do que nós estamos lendo, ficamos atentos observamos com o maior cuidado os personagens, os lugares e as culturas, ela se torna prazerosa, assim não importa se é um poema, um romance, uma aventura, esse processo de leitura enriquece a minha alma, e me leva a lugares que nunca imaginei ir, e vivo mais harmonicamente com a vida.
Assim com todo esse conhecimento adquirido em várias formas de leituras que venho tendo, com a cultura que tento sugar de cada texto que eu leio, eu consigo a cada dia que passa compreender melhor o que cada autor tenta passar nos seus textos. Tenho a certeza que tenho várias dificuldades para compreender alguns textos, mas, com a busca do saber durante o “ler”, sei que posso cada vez mais captar várias formas de leituras.
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